A Última Grande Lição

O que realmente importa nessa vida (e nas próximas)?

Este livro me trouxe muitas coisas para pensar. Será que estamos vivendo pelos motivos certos? Até que ponto a sociedade interfere em nossas vidas? Quanto de nossas vidas dedicamos à sociedade e quanto dedicamos a nós mesmos?

Quanto tempo faz que não faço algo que realmente me satisfaça. Quanto tempo faz que não monto um quebra cabeça, leio um livro, assisto um filme cult, converso com meus amigos sobre a vida (filosofamos).

A exigência por estarmos socialmente incluídos hoje nos priva de muitas coisas que num passado não muito distante, não trocaríamos por nada nesse mundo. Estávamos certos e não sabíamos.

Um passeio no parque com sua filha (o), uma tarde caminhando pelas calçadas vendo vitrines com sua esposa, jogar uma bolinha com os amigos, cozinhar para quem tem a coragem de comer o que fazemos (por amizade ou por educação).

São coisas tão simples, tão fáceis, tão baratas....

Por que não fazemos mais isso?

Buscando no livro de Stephen Kanitz, "Família acima de tudo", encontrei palavras interessantes...

"...você deveria dar valor às pessoas que irão te amar incondicionalmente para o resto de sua vida e não para as pessoas que você gostaria que te amassem. As primeiras são representadas por sua família e as útlimas pelos seus colegas e chefes..."

Enfim, gostaria de discutir com vocês, ler suas opiniões e trocarmos idéias sobre este assunto, e sobre muitos que ainda virão.

Estou criando um Blog para publicar estas questões e atrair, não somente os amigos e conhecidos, mas todos que de alguma forma, gostam disso.

Beijos no coração de vocês.

Vou abrir minha coca-cola agora....

:)


Luiz

5 comentários:

  1. Meu amigo diria a sabio de cujo o nome me esqueço: "essa vida como conhecemos é muito curta para ser pequena." vamos vive-la agora, outras serão diferentes e o que realmente importa são aqueles que amamos, o resto é distração e não podemos fazer com que essas distrações tomem contá de nossa vida. Um Bj grande. Kleber

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  2. Luiz esse livro realmente nos faz pensar como conseguimos viver dando valor às futilidades que a sociedade nos impõe,deixando os momentos singelos e importantes passarem.
    É uma pena que tenhamos que passar por necessidades para crescermos espiritualmente. Somos ricos em teoria, mas acanhados na prática!!
    Parabéns pelo seu blog!!
    Grande abraço

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  3. Achei muito interessante o tema escolhido para divulgação e discussão.
    Apesar da sociedade em que vivemos exercer pressão sobre nosso modus vivendi, precisamos manter o controle e escrever a página de nossa vida com nossa "caligrafia".
    O que realmente importa nesta vida ( e nas próximas) é sermos FELIZES.
    Para sermos FELIZES precisamos aprender a AMAR !
    AMAR a FAMÍLIA, as PESSOAS, a NATUREZA e o TRABALHO.
    Parabéns Luiz Paulo !

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  4. Comentário do meu Sogro - Paulo Pereira

    Aí Luiz... você é um guri esperto e é claro, irá entender se acaso eu preferir um suco de cevada à Coca Cola...não é verdade?
    Não sei se estou a altura e talvez não tenha preparo suficiente para filosofar sobre um tema complexo;...com pessoas de tamanha envergadura cultural e espiritual... Então, é com intuito de aprender que estou embarcando nessa...OK?????

    A sociedade, procura nos moldar de uma maneira, que muitas vezes não é aquilo que pensamos, que julgamos ser melhor para nosso cotidiano.. mas que por uma série de aspectos acabamos aceitando, e esta aceitação faz com que tenhamos um livre arbítrio inconsequente, já que, não é pautado sobre os princípios que realmente acreditamos.

    Quantas vezes escutamos de nossos pais a expressão: "Liberdade sim, mas com responsabilidade" ora... que tipo de liberdade é esta que nos priva de algo que gostaríamos de realizar??? Por muito tempo,era essa a minha opinião sobre o tamanho da liberdade a nós proporcionada. Acreditava não existir liberdade total, caso fosse vinculada a qualquer tipo de responsabilidade.....mas...felizmente o "senhor tempo", mestre maior, nos faz rever conceitos e respeitar que nossa liberdade termina quando começa a de nosso semelhante.

    Sobre liberdade, somado a responsabilidade que conduz a um livre arbítrio consequente, onde a ética, a honestidade, o respeito, o civismo, a vida em familia seja preponderante, é o sentido que dá Jules Payot em sua excelente obra "A Educação da Vontade".

    "A liberdade moral, como a liberdade política, como tudo que tem valor deste mundo, deve ser conquistada por luta imensa e defendida sem cessar. É a recompensa dos fortes , dos capazes, dos perseverantes. Ninguém é livre se não merece ser livre. A liberdade não é nem direito, nem fato; é uma recompensa, a recompensa mais alta, mais fecunda em felicidade"

    Nunca é o homem colocado em situação que o obrigue a violar a ordem moral,se fosse,trair-se-ia sua liberdade. Uma contigência tal seria tão inverossímil como a suspenção da força da gravidade, e as consequencias, não menos trágicas. Torpedeado o livre arbítrio, estaria comprometida a responsabilidade humana.(Liberdade Absoluta da Consciência e Pensamento).
    Saúde...
    Paulo

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  5. Olá,

    Sobre este livro Jules Payot "A Educação da Vontade", teria como digitalizá-lo? Pois o único que encontrei está num preço salgado para mim.

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